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domingo, 21 de fevereiro de 2010

'Deus meu, Deus meu, me perdoe'!

Éramos a única família no restaurante com uma criança.

Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Falando Alto sem Abrir a Boca

"aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou". 1 João 2:6

Um homem, enquanto trabalhava em uma loja de calçados, notou que do lado de fora, sob uma temperatura fria, um pequeno menino, descalço, se mantinha à porta de uma padaria próxima à sua loja, buscando aproveitar um pouco o ar quente que vinha de lá.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ARQUIVO SECRETO


No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A ESTRATÉGIA


Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A Corrida dos Sapinhos

Era uma vez, uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma grande multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles. Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: "Que pena!!!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O ALPINISTA


Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparação escalar o Aconcágua... Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade. Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada.Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.

Subindo por uma "parede" a apenas 100m do topo ele escorregou e
caiu..... caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo... e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida ... De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade ...Shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar: - Ó MEU DEUS ME AJUDE ! ! De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu: - QUE VOCÊ QUER DE MIM MEU FILHO? - Me salve meu Deus por favor! ! - VOCÊ REALMENTE ACREDITA QUE EU POSSA TE SALVAR ? - Eu tenho certeza meu Deus. - ENTÃO CORTE A CORDA QUE TE MANTEM PENDURADO.

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria.
Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontraram um alpinista congelado, morto, agarrado com força com as suas duas mãos a uma corda A TÃO SOMENTE DOIS METROS DO CHÃO.. Você teria tamanha fé? Ou se juntaria ao alpinista? Muitas vezes perdemos a batalha, tomamos prejuízos porque temos dificuldade para discernir e obedecer a voz que vem do céu, do Senhor.

Fonte: www.familiaegraca.com.br

segunda-feira, 22 de junho de 2009

VOCÊ ENTENDE JOÃO 3:16?

Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.

Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas.

Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. "Está perdido, filho?" O garoto meneou a cabeça.

"Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível.. O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?"

O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.

"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, "lá embaixo vai encontrar um casarão branco, chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga 'João 3:16'.

Assim fez o garoto.

Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. "João 3:16", disse ele, sem entender direito.

"Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha acesso.

"Sente-se, filho, e espere um instantinho, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a velha e bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo:

"João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio".

Pouco tempo depois a mulher voltou. "Você está com fome?", perguntou ela.

"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar..." A mulher então o levou até a sala de jantar,onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto".

Depois a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo. Cerca de meia hora depois a velha e bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado".

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável.

"Você entende João 3:16, filho?"

"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... um policial que falou...".

Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro". Eu tenho de confessar uma coisa, eu também não entendo como Deus pôde mandar Seu Filho para morrer por nós e também não entendo como Jesus concordou com tal coisa. Eu não compreendo a agonia do Pai e de todos os anjos no Céu enquanto viam Jesus sofrer e morrer por nós. Eu não entendo esse imenso amor que Jesus teve por nós, ao ponto de ser crucificado na cruz. Eu não entendo muito bem, mas estou certo que isso faz a vida valer a pena!!!

Pois Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16).

Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo.

Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna!

PASSE ADIANTE, VALE APENA

Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento.

Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada.

Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:

- "Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.

Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.

Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.

Ele respondeu:

- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar". E acrescentou: "... e pense em mim".

Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.

Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um ...sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.

Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.

Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.

Dizia: "Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

"Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".

Pense nisso, e ..... não feche esse círculo!

Esperamos que este texto ilumine um pouco mais o seu dia e que a Luz de Jesus te acompanhe sempre.

A CASA QUEIMADA

Certo homem saiu em uma viagem de avião. Era temente a Deus e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu se agarrar a alguma coisa que o conservou em cima da água. Ficou boiando, à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha deserta.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus pelo livramento de morte. Conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Derrubou algumas árvores e, com muito esforço, construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas, mas significava proteção. Ficou todo satisfeito e, mais uma vez, agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que, talvez, pudessem existir na ilha.

Certo dia, ele saiu para pescar e o resultado foi abundante. Estava satisfeito com a pescaria. Mas ao dirigir-se para a sua casa, foi grande sua decepção ao ver que estava toda incendiada. Então, sentou-se em uma pedra chorando e dizendo em prantos: “Deus! Como é que o Senhor podia deixar isso acontecer comigo? O Senhor sabe que preciso muito dessa casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou que ela se queimasse todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?”.

Nesse mesmo momento, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz, dizendo: “Vamos, rapaz?”. Ele se virou para ver quem estava falando com ele e se surpreendeu quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado, que lhe disse:

— Vamos, rapaz. Viemos te buscar.

Ao que respondeu o homem:

— Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?

A resposta foi surpreendente:

— Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali adiante”.

Os dois entraram no barco e, assim, o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.

Quantas vezes a “nossa casa se queima” e gritamos como aquele homem gritou?

Na Bíblia, em Romanos 8.28, lemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.

Às vezes, é muito difícil aceitar isso, mas é assim mesmo. É preciso acreditar e confiar!

domingo, 7 de junho de 2009

DIÁRIO DE UMA BÍBLIA

20 de janeiro - Passei uma semana calma. Nas primeiras noites do Ano Novo, meu proprietário me leu diariamente, mas agora parece que me esqueceu.

16 de fevereiro - Hoje foi faxina geral de final de verão. Fui desempoeirada como outros objetos e recolocada em meu lugar.

24 de março - Fui utilizada depois do café pelo meu proprietário. Ele analisou alguns trechos e me levou ao culto.

08 de maio - Hoje foi um dia duro de trabalho. Meu proprietário dirigiu um estudo Bíblico e teve que procurar vários versículos. Raras vezes os encontrava, mesmo estando todos no velho lugar.

01 de junho - Hoje alguém colocou um trevo de quatro folhas entre minhas páginas.

29 de junho - Fui colocada, juntamente com roupas e outros objetos, dentro de uma mala. Parece que estamos em viagem de férias.

10 de julho - Ainda estou na mala, embora quase todos os outros objetos já tenham sido retirados.

15 de julho - Estou novamente em casa, no meu velho lugar. Foi uma viagem cansativa. Não entendo porque tive que participar dessa viagem.

10 de agosto - Hoje fui utilizada por Maria. Ela escreveu para sua amiga e procurou um versículo para ela, pois seu pai faleceu.

20 de agosto - Novamente fui desempoeirada.

* Seria esta a sua Bíblia? *

"Creio que unicamente a Bíblia tem as respostas para nossas perguntas e que nós apenas devemos ter tempo para parar e, humildemente perguntar, para dela receber a resposta certa."

"Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra e luz para o meu caminho." (Salmo 119:105).

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