AO CLICAR VOCÊ ESTARÁ AJUDANDO DOAR UMA BÍBLIA

NOTÍCIAS DO DIA

RSS atualizado do Gospel +. Powered by Notícias Gospel

Se eu fosse você, não ficava fora dessa.

Nos dias 12,13 e 14 de fevereiro de 2010 - Bananeiras/PB - Estará realizando o I Congresso Jovem em Ação.
“O mundo ainda está para ver o que Deus pode fazer através de pessoas que se entreguem a Ele” (Moody)

Inscrições e Informações Clique aqui

NOTÍCIAS MISSIONÁRIAS

sábado, 28 de novembro de 2009

AS QUATRO ESTAÇÕES DO CASAMENTO




Todos sabemos quais são as quatro estações do ano: Primavera, verão, outono e inverno.


A primavera é a estação das flores, o verão é a época do calor, o outono é a época das frutas e finalmente o inverno é a época do frio.

A Palavra do Senhor nos diz: “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para tudo debaixo do céu.” (Ec 3.1).

Vejamos então como se apresentam as estações.
A Primavera

A característica mais marcante da estação é o reflorescimento da flora e da fauna. Muitos animais aproveitam a temperatura ideal da estação para se reproduzir.

Na Primavera matrimonial se reconhecerá essa estação quando chegar também o tempo de se reproduzir. “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra” disse o Senhor (Gn 1.28).

Na primavera os dias ficam mais longos. Certamente isso poderá ser bem aproveitado: No livro dos Salmos 30:5 lemos : “…O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

Para os casais é sempre bom lembrar que depois do inverno a primavera há de chegar. Cantares de Salomão 2.11: “Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem”.

O Verão

Suas principais características são dias longos e quentes (temperatura elevada), mas também possui dias geralmente chuvosos. Por possuir dias quentes, a tendência é acontecer evaporação da águas e com isso acontecer a precipitação, ou seja, a formação das nuvens de chuva.

]No casamento o verão é muito importante. No amor é preciso calor e muita intensidade, mas é preciso ter cuidado com a precipitação, não podemos permitir que ela nos apanhe desprevenidos. Geralmente no casamento quem se precipita, tem sempre algo do que se arrepender.

O Outono

O outono é a estação que marca a transição entre o verão e o inverno. O outono é conhecido como a estação das frutas. Por ser uma fase de transição entre o verão e o inverno, o outono apresenta características de ambas as estações: redução de chuvas, mudanças bruscas no tempo, nevoeiros em algumas regiões.

[Entre outras características do outono, podemos citar o fato dos dias e das noites terem a mesma duração. Devemos ter muito cuidado quando no casamento chegarmos à estação do outono para que não mergulhemos na "mesmice" e corramos o risco da monotonia.

No outono matrimonial será tempo de frutificar. Ezequiel 47:12 afirma: “Junto ao rio, às ribanceiras, de um e de outro lado, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer; não murchará a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e a sua folha, de remédio”.

O Inverno

Inverno é a mais fria estação do ano. O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas. Durante a estação, várias espécies de animais, principalmente de pássaros, migram para outras regiões mais quentes.

Se no matrimônio o casal não está atento à chegada do inverno matrimonial, as coisas podem se complicar. Pois no inverno, quando o relacionamento é frio, e tudo parece cinza ao redor, é quando um dos cônjuges acaba por escolher “migrar” para outras regiões. Vai à procura daquilo que sente falta na relação matrimonial.

Outros animais, como ursos, hibernam no inverno, reduzindo grandemente sua atividade metabólica. Em muitas regiões, pode ocorrer a incidência de neve e geadas.

Geralmente no período do inverno matrimonial somos tomados por um instinto de “hibernar”. É aquela estação de nossas vidas onde não desejamos realizações, falta-nos motivação suficiente para caminhar.

Quando o inverno matrimonial chegar será preciso estar muito atento. Provérbios 20:4 diz: “O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra”.

O inverno matrimonial é um tempo que requer do casal o andar juntinho. Em Eclesiastes 4:9,11 está escrito: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?”

Essa é uma boa orientação para enfrentar o inverno matrimonial.

Antonio Vivaldi (1678- 1741), padre veneziano contemporâneo de Bach, que nos legou belas composições, descreveu as melodias das estações no concerto "As Quatro Estações".

"As Quatro Estações", a peça mais famosa de sua obra, faz parte de 12 concertos denominados O diálogo Entre a Harmonia e a Criatividade. "Nessa série, se acentua a tendência ao sentido pitoresco que resulta na tentativa de se expressar, musicalmente, fenômenos da natureza ou sentimentos, como a primavera, o verão, o outono e o inverno.

O que dizer das quatro estações de Vivaldi? Fantástico. Apliquemos contudo o título de sua obra ao casamento.

Primeiro o Diálogo – Sabemos que diálogo é uma conversação estabelecida entre duas ou mais pessoas. O Outono (estação do ano) é o exato diálogo do Verão com o Inverno. Com isso reconhecemos aqui a importância do diálogo também nas estações do matrimônio.

Deus propôs para o casamento o diálogo: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2.18). Se Deus desejasse que a vida fosse um MONÓLOGO, Deus permitiria ao homem viver sozinho.

O diálogo entre o Marido e a Mulher, ou a falta dele, afetarão diretamente o diálogo e o relacionamento do casal com Deus. Vejamos: “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações” (1Pedro 3.7).

Em segundo lugar a Harmonia – Em se tratando de música, e disso entendia Vivaldi, a harmonia é o campo que estuda as relações. Para que a música seja harmônica você deve obedecer a uma série de normas.

No casamento não é diferente, é preciso um cuidado profundo nas relações, para não prejudicar a harmonia.

Na música a função principal do sistema tonal é a tônica. A questão toda se resume na tônica ou seja, na aproximação (dominante) e afastamento (subdominante).

No casamento precisamos, para uma boa construção harmônica, considerar a “dominante”.

Efésios 5.22 - Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
Efésios 5.25 - Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela.
Analisado essa regra harmônica, e respeitada a “tônica” que nos foi colocada, não há como desafinar na relação marido e mulher.
Por último a Criatividade - Um dos principais ‘combustíveis’ para a criatividade é a imaginação. Pessoas criativas estão sempre dispostas a enxergar novas possibilidades e buscar novas relações entre as coisas.

A criatividade se apresenta através de duas linhas de raciocínio: o divergente e o convergente.


Pr. Carlos Elias, da Primeira Igreja Batista de Campo Grande, RJ
Fonte: http://www.clickfamilia.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home
Leia mais...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A Loucura do Evangelho ou as Loucuras dos Evangélicos?

Postado por Augustus Nicodemus Lopes às 16:37












O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).


Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.

Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.

O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar rodopia como resultado da unção de Deus? (foto) Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?

Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.

Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andou nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).

Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.

Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.


Fonte: http://www.conscienciacrista.com.br/


Leia mais...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Lula na Cola de Jesus

Reinaldo Azevedo

Já havia associado aqui, com base apenas na lógica do processo, o filme sobre a vida de Lula à trajetória de Cristo. O quadro que VEJA publica não deixa a menor dúvida. O Salvador, aquele sem aspas e em letra maiúscula, é a verdadeira inspiração para contar a vida deste “salvador”, em minúscula e, digamos, aspeado… Na campanha eleitoral de 2006, Lula comparou-se várias vezes a Cristo. Num comício em Sorocaba, naquele ano, chegou a dizer que seu sangue e suas células estavam com o povo… Não fosse um tanto desrespeitoso também, seria apenas tolo. Segue o quadro da VEJA com passagens do filme que remetem à vida de Cristo.
                        
   Divulgação

O NASCIMENTO

Lula nasce no árido sertão pernambucano, de paisagem que lembra a da desértica Judeia. Sua mãe (Glória Pires) dá à luz em um catre. Não há animais rodeando a manjedoura para aquecer o bebê, porque em Garanhuns não faz frio, mas a pobreza da família é comparável à de José e Maria. Na falta dos Reis Magos, é a mãe, Dona Lindu, quem desempenha a função. “Seu nome vai ser Luiz Inácio!”, exclama ela, em tom profético, ao segurar o filho pela primeira vez
                              
                                                                                    
   Divulgação
 A INICIAÇÃO

Jesus foi muito influenciado e encorajado, na pregação de sua mensagem, por seu irmão Tiago. Lula também contou com uma figura semelhante: seu irmão Frei Chico, no filme chamado de Ziza, que o iniciou na vida espiritual - corrija-se, na vida sindical



                                                                                    

    Nelson Antoine/AP
O SERMÃO DA MONTANHA

A cena do célebre comício no estádio de Vila Euclides, em 1979, faz uma alusão clara à pregação em que todos compreendiam as palavras de Jesus, não importa que idioma falassem ou quão distantes estivessem d’Ele. No filme, as palavras de Lula vão sendo transmitidas de um operário para outro - não havia sistema de som no estádio -, e assim reverberam entre a multidão como uma litania

                                                                                        Marcello Junior/ABR



A RESSURREIÇÃO

Jesus Cristo ressuscitou e subiu aos céus no terceiro dia após sua morte. Lula teve de esperar um pouquinho mais pelo milagre - mas o filme faz questão de retratá-lo como tal, um milagre, ao fundir a imagem de Lula deixando o cemitério em um carro de polícia à cena real do presidente desfilando de Rolls-Royce, com Marisa Letícia, no dia da posse de seu primeiro mandato


Fonte: Veja.com

Retirado do site: http://www.vinacc.com/
Leia mais...

sábado, 21 de novembro de 2009

OS PRÉ-CONCEITOS DO “NEGRO” “BRANCO”


A lógica está em não dar importância á melanina racial, mas aos sentimentos, do sentir, do ser e do estar negro na história da humanidade.


Não acredita-se na existência de “negro” ou “branco” no Brasil, até porque compreende-se que o povo brasileiro é miscigenado por natureza, ou seja, um povo de almas em uma alma só.

Torna-se bastante cansativo discutir preconceito, discriminação e, acima de tudo, pintar cores, dá forma e tom ás questões de pele.


Crê-se que a discussão vai além dos trâmites documentais, dos movimentos diversos, do discurso caloroso e emotivo, dos víeis processuais e de alguns atos de vandalismos. Vai muito além, ultrapassa todos esses pressupostos históricos temporais.

A criação de leis, de novas e difíceis nomenclaturas forenses, das mais variadas tentativas de inserção do ser negro nos currículos escolares, do mostrar-se ser pelo que lhe é peculiar por natureza, da força ao invés do diálogo em alguns casos e do estigma histórico usado e abusado pelos considerados “brancos”, não traz em seu arcabouço ideológico tanta importância assim.

Interessante notar que na maioria das vezes o pré-julgamento reencarnado e vigorado das forças dos ancestrais antepassados, prepondera sobremaneira no dito “negro” em relação ao outro ser dito “branco”.

O foco discursivo não está no fato de ser “branco” ou “negro” á semelhança de um quadro pintado com suas cores julgadas reais, mas endeusar a miscigenação, aglutinar os seres como criação em pleno estado de evolução.

O enfado mental ultrapassa as margens dos livros didáticos, extrapola as laudas estatutárias e regimentais das ideologias emplacadas, regadas por um bom sedativo de marketing antiescravagista.

A residência da depressão neurológica parte especificamente do querer ser e não do ser em questão. Torna-se bastante preocupante querer ser, ora, querer é desejar algo e, mais utopicamente, sonhar com o irreal. Discute-se igualdade de raças, perdão! Falar em raça, negro ou preto, acarreta em processo, isto é o que diz a majestosa e bem teorizada lei.

Discute-se o fenômeno racial como matéria obrigatória nos guetos escolares na terra da Vera Cruz; discute-se a igualdade de salários; discute-se a comédia romântica das cotas; discute-se também leis mais severas contra o preconceito, trocando em miúdos, uma gama de discussões carismáticas e acirradas transitam em todas as esferas da sociedade pentacampeã em particular.

Ressalta-se nesse contexto uma inversão que diria-se atípica dos preâmbulos da “negritude”, pois passa a ver no “Outro”, ou melhor, no “branco”, uma ameaça á cultura, um poço de preconceitos e discriminação, adversários ferrenhos na luta em busca da centralidade histórica, inimigo histórico-reencarnado e senhor do passado e do presente. Compreende-se que trata-se de pessimismo e, por sua vez, identidade mal resolvida tal atitudes.

O ápice constitui-se inversão dos fatos, pois acredita-se que a inerência da igualdade na criação supera as limitações ideológicas e imposições de pigmentação sobre outra.

O pretexto melanino, pelo simples fato de refutar a cor branca, não exime o labor do preconceito, pelo contrário, fundem-se as declaradas “diferenças de cor”.

A miscigenação, inerência de igualdade e evolução da espécie humana, o conjunto de elementos químicos com suas vitalidades e a graça da transcendência do humano, fazem dissipar o olhar ofuscado e predador do dito “negro” com relação ao dito “branco” e vice e versa.

É preocupante a inversão da moeda racista pelo simples fato de querer ser e não ser propriamente dito.

Catastrófico torna-se o labor do querer ser cor, pois a desigualdade histórica prova que a cor é apenas um dos elementos resultantes da celeuma racial.

Em um país extremamente mestiço, eclético, místico, multiforme, em suma, miscigenado, querer impor uma convincente homilia em preto ou branco, é simplesmente afagar um ser em detrimento do próprio ser em constante evolução.

Adriano Trajano

Pastor da Igreja Batista em Chã Preta/AL e, acima de tudo, MISCIGENADO.


Fonte: http://www.pastoradrianotrajano.blogspot.com/
Leia mais...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ahmadinejad - visita ao Brasil


A vinda ao Brasil do presidente do Irã - que nega o Holocausto e defende a eliminação de Israel - está prevista para os dias 23-26/11. Nessa hora, mesmo não sendo judeus - Somos Todos Judeus!

Durante a visita de Ahmadinejad, use e mostre a estrela amarela* no maior número possível de locais (em sites, blogs, e-mails, vitrines, murais, cartazes, flyers, faixas, banners, outdoors etc.).

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/nao_ahmadinejad.html
Leia mais...

Senado realiza enquete sobre lei de homofobia. Vote!


BRASIL - O site do Senado Federal está realizando uma enquete sobre a PL 122/2006. A pergunta é muito simples: “Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?” e pode responder sim ou não.

Em nome da necessidade de criminalizar a homofobia, o PLC 122/06 torna crime expressar qualquer opinião contrária ao comportamento homossexual.

O projeto de lei prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais.

Isso significa que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações e de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. Confira os principais pontos do projeto aqui.

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, ainda prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.

No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

Para participar é muito simples. Acesse o site do senado e dê seu voto.

“Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei, enquanto a sua justiça não resplandecer como a alvorada, e a sua salvação,como as chamas de uma tocha.”

Isaías 62.1 (NVI)

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/
Leia mais...

Profecias bíblicas sobre o futuro do mundo tornam-se vivas e apavoram humanidade


Catástrofes causadas pelo aquecimento global apavoram a humanidade e tornam vivas as profecias bíblicas sobre o futuro do mundo.


Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta.


Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos “sinais dos tempos”, os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.

Quem tiver dúvidas a respeito das mudanças no clima do planeta e suas terríveis conseqüências deve olhar para os pólos da Terra. Longe de serem o produto de modelos engendrados em computador, lá os efeitos da destruição dos ecossistemas são visíveis. Coberta por uma grossa calota de gelo há pelo menos dez mil anos, desde a última glaciação, já se registra na Antártica a enorme formação de áreas verdes na antiga imensidão branca, mostrando o tempo cada vez mais quente e o conseqüente derretimento. Já no Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. Previsões mais conservadoras dão conta de que a calota gelada no extremo norte da Terra, fundamental para a manutenção da temperatura no planeta, deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Isso pode significar muito mais do que extinção de espécies como os ursos polares, que não terão mais a área de mar congelado para caçar, ou a necessidade de esquimós usarem freezer para armazenar carne, como já começa a ser visto.

O que vem ocorrendo nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em todo o mundo. Devido às baixas temperaturas, os pólos ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças às vastas superfícies brancas. Se as previsões se concretizarem, somente no Oceano Ártico, as temperaturas ficarão 12 graus centígrados mais quentes em poucos anos. Isso será sentido em toda parte do mundo, gerando cataclismos inimagináveis, inclusive a inundação de regiões costeiras com o aumento do nível dos oceanos. Num cenário pavoroso, cidades como Nova Iorque e Rio de Janeiro deixariam de existir, e países inteiros, como a Holanda, seriam literalmente riscados do mapa.

Mais de 60 nações, entre elas o Brasil, estão mobilizando 10 mil cientistas e investindo 1,5 bilhão de dólares em 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica. O pano de fundo é mesmo o aquecimento global, mas, entre outras coisas, pretendem calcular a quantidade de gelo que será derramada no mar nas próximas décadas devido ao degelo de regiões como a Groenlândia. “Os pólos estão dando seu alerta. Se todo esse gelo derreter, o nível dos mares poderá subir sete metros. Muitas cidades litorâneas serão inundadas e destruídas”, confirma o pastor e jornalista Antônio Mesquita, da Assembléia de Deus, que pesquisa o assunto. Mas isso não é tudo. Com a salinidade do mar diluída pelas águas doces, correntes se enfraqueceriam e haveria um rompimento brutal do clima do planeta. Seria possível encontrar icebergs no litoral inglês e o inverno na Europa seria um pesadelo.

Esse, aliás, é um dos paradoxos do fenômeno: apesar do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU falar em aumento da temperatura média no mundo em 5 graus, o que se verão serão invernos mais frios e verões mais quentes. “As temperaturas variarão nos extremos. Em alguns lugares onde o frio é intenso se verá um clima africano. Noutros, já quentes, será insuportável viver por causa do calor. Multidões fugirão ou morrerão sem água”, adverte Mesquita. Se tudo isso se confirmar, o Brasil será duramente atingido. Em menos de 50 anos, a Amazônia seria transformada em um tipo de savana ou cerrado, e os habitantes do sertão nordestino, região já quente e seca, seriam forçados a migrar em massa, desencadeando tragédias sociais de conseqüências imprevisíveis.

Sufocante

Catastrófico ou não, o fato é que esse cenário já começa a se desenhar no horizonte. Causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente do dióxido de carbono, o processo de aumento da temperatura mundial é comprovado por medições precisas feitas pelos mais modernos satélites e sondas. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície na forma de calor, volte para o espaço. O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.

O acúmulo de gases foi intensificado a partir da Revolução Industrial, no século 18. Por causa da intensa atividade fabril, a temperatura já subiu, em média, quase 1 grau nos últimos 100 anos. Não tem jeito: para haver desenvolvimento e crescimento econômico, é preciso gerar mais energia. E esse ciclo vicioso só tende a piorar com a explosão populacional. A cada segundo, quatro crianças nascem no mundo, o que dá um total de 250 por minuto e 130 milhões por ano. Enquanto isso, outras 100 pessoas morrem a cada minuto, o que dá 50 milhões por ano. A conta resulta num aumento estimado de 80 milhões de novos seres humano anualmente. Pela fria lógica dos números, a humanidade será composta, daqui a vinte anos, por 8 bilhões de indivíduos. Se países como China e Índia, os dois mais populosos, continuarem elevando seus padrões de consumo a grandes áreas que antes serviam à agricultura se tornarem desérticas, será impossível produzir alimentos para todos. Isso sem falar na escassez de água potável, um drama anunciado desse século 21.

Citando o capítulo seis de Gênesis, Antônio Mesquita, que também dirige o departamento de jornalismo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) e é autor do livro Fronteira final, no qual analisa vários desses “sinais”, não têm dúvidas do motivo de tantas calamidades: “Antes da humanidade ser destruída pelo Dilúvio, Deus confirmou que a causa era a maldade do homem, que se multiplicou sobre o mundo de então. Com tudo que estamos vendo, não é difícil acreditar que são sinais do final dos tempos. A análise de tudo à luz da Palavra de Deus nos leva a essa conclusão”, destaca.

Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.

Entre tantas catástrofes nos últimos tempos, algumas ficaram mais fortemente marcadas. Quem não se lembra do tsunami na Ásia, no fim de 2004, que deixou um saldo de cerca de 300 mil mortos? Ou do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, na mais próspera nação do mundo, os Estados Unidos da América? Isso, para não falar em recentes terremotos na China e no Paquistão – países duramente castigados também por enchentes, ciclones e tempestades –, maremotos na Nova Guiné, incêndios florestais na América do Norte e ondas de calor no Leste Europeu, região normalmente temperada. Em cada ocorrência, mais mortes, mais destruição e mais prejuízos. Por outro lado, há o surgimento de novas doenças, algumas agravadas pelas mudanças no clima, como a dengue, uma das muitas epidemias tropicais que avançam sem controle.

Alienação

“Deveríamos aprender a dar atenção a todos esses indicadores. Conforme Cristo ressaltou, precisamos ler as entrelinhas da história e ver o significado dos acontecimentos. A maioria só vê o óbvio e não o oculto”, aponta o pesquisador e jornalista Marcos De Benedicto, ligado à Igreja Adventista. “Para muita gente, clima resume-se àquelas previsões meteorológicas sobre se vai chover nos próximos dois dias. Temos que entrar no campo da escatologia e interpretar os sinais. O tempo encerra oportunidade, mas traz perigo. Quem enxerga através da neblina, vê mais longe e evita a tragédia”, diz Benedicto, que é editor da Casa Publicadora Brasileira.

Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. “Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo”, adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.


Fonte: Revista Eclésia - Edição 124 / O Verbo

Site: http://www.vinacc.com/


Leia mais...

Manifesto da Igreja Presbiteriana do Brasil

Manifesto da Igreja Presbiteriana do Brasil sobre o acordo firmado entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, e a "Lei Geral das Religiões" (Projeto de Lei n.º 5.598/2009 e o PLS 160/2009)

A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, representada pelo Presidente do seu Supremo Concílio, diante do momento atual, em que forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação pela aprovação do texto do Acordo que vem labutar contra a laicidade do Estado Brasileiro e cercear a liberdade religiosa através de manifesta preferência e concessão à Igreja Católica Apostólica Romana de privilégios por parte do Estado Brasileiro, em face dos termos do Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, firmado no dia 13 de novembro de 2008, vem a público, considerando que:


I. - O Vaticano, embora um Estado Soberano e Pessoa Jurídica de Direito Público Internacional, é a sede política e administrativa da religião Católica Apostólica Romana e, portanto, um Estado Teocrático. Todo acordo entre Ele e o Brasil que contemple matéria envolvendo assuntos referentes à dimensão da fé e não a assuntos temporais agride o princípio da separação entre Estado e Igreja, que é uma conquista obtida pela nação brasileira e se constitui na base da nossa República;

II. - Para Igreja Católica Apostólica Romana, as demais religiões e seus ritos próprios são apenas "elementos de religiosidade" preparatórios ao cristianismo verdadeiro, do qual ela é exclusiva detentora: "Com efeito, algumas orações e ritos das outras religiões podem assumir um papel de preparação ao Evangelho, enquanto ocasiões ou pedagogias que estimulam os corações dos homens a se abrirem à ação de Deus. Não se lhes pode, porém atribuir à origem divina nem a eficácia salvífica ex opere operato, própria dos sacramentos cristãos. (DECLARAÇÃO "DOMINUS IESUS" SOBRE A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE SALVÍFICA DE JESUS CRISTO E DA IGREJA);

III. - A identidade jurídica peculiar do Vaticano, a apresentar-se ora como Estado, ora como Religião, facilita a tentativa de ingerência e pode confundir administradores sobre os limites das concessões, quando tratam de assuntos que transcendem aqueles meramente administrativos e temporais. E, por ser o Vaticano um Estado, não pode impor ao Estado Brasileiro a aceitação de sua religião e da Igreja que representa para a obtenção de privilégios e vantagens diferenciadas;

IV. - É inegável que tal Acordo é flagrantemente inconstitucional, pois fere a Constituição da República, que destaca em seu artigo 19: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (..); III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si". Ora, o Estado do Vaticano é o REPRESENTANTE da Igreja Católica Apostólica Romana. O ACORDO, portanto, é INCONSTITUCIONAL e não pode prosperar num Estado Democrático de Direito, pois fere a cláusula pétrea da Constituição da República no caput do Artigo 5º, ou seja, o princípio Constitucional da ISONOMIA;

V. - Que o referido Acordo Internacional nos artigos 7º, 10º e, principalmente, 14º, impõe DEVERES ao Estado Brasileiro para com a Igreja Católica Apostólica Romana nos planejamentos urbanos a serem estabelecidos no respectivo PLANO DIRETOR, que deverá ter espaços destinados a fins religiosos de ação da Igreja Católica Apostólica Romana, contemplando a referida Igreja com destinação de patrimônio imobiliário;

VI. - O termo católico após a expressão "ensino religioso", contido no Acordo, afronta a previsão do § 1º do artigo 210 da Constituição da República, que preceitua: "O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental". O Acordo com a Santa Sé consignou no § 1º do artigo 11 que: "O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental...". Trata-se de evidente discriminação religiosa;

VII. - a aprovação pelo Congresso Nacional do referido Acordo conferiu privilégios históricos à Igreja Católica Apostólica Romana em nosso País reconhecendo-os como direitos, constituindo norma legal, uma vez que acordos internacionais, conforme a Constituição de 1988, têm força de lei para todos os fins. Aquilo que a história legou, a cultura vem transformando e o Direito não pode aceitar por consolidar dissídio na sociedade brasileira, que tem convivido de forma tolerante com o legado, mas não o admitirá como imposição contrária ao direito à liberdade de consciência, de crença e de culto, amparado pela Carta Magna e pelo Direito Internacional;

VIII. - De igual forma, o Projeto de Lei n.º 5.598/2009 e o PLS 160/2009 denominado "Lei Geral das Religiões", já aprovado pela Câmara Federal e pelo Senado, mero espelho do Acordo, incorre nos mesmos equívocos de inconstitucionalidade e desprezo à laicidade do Estado Brasileiro, estendendo as pretensões da Igreja Católica Apostólica Romana a todos os demais credos religiosos. O nivelamento no tratamento pelo Estado às religiões não pode ser amparado por fundamentos manifestamente inconstitucionais que agridem a soberania do Brasil e retrocede-nos ao indesejável modelo do "padroado" no Império.

Ante o exposto, em consonância com a Palavra de Deus, sua única regra de fé e prática, e com a sua doutrina, a IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL manifesta-se contra a aprovação do Congresso Nacional do referido Acordo Internacional ou de qualquer norma legal que privilegie determinada religião/denominação em detrimento de outras; não considerando a cidadania dos ateus e agnósticos também presentes no Brasil, consagrando ingerência de Estado Estrangeiro sobre o Estado Brasileiro e afrontando a separação entre o Estado e a Igreja, preservada em todas as Cartas Constitucionais da República Brasileira.

A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL reitera sua submissão e intercessão em favor das autoridades constituídas, mas não abre mão de seu ministério profético nesta geração a denunciar todo e qualquer desvio contrário ao Estado de Direito e à Lei de Deus.


Brasília - DF, outubro de 2009

Rev. Roberto Brasileiro Silva

Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil

Fonte: site da Igreja Presbiteriana do Brasil

Leia mais...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Inabalável

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito inabalável” (Salmos 51:10). Com certeza você já deve ter visto os estragos provocados por um terremoto. Isso acontece porque ele possui a capacidade de abalar as estruturas de tudo o que está ao seu alcance, inclusive as torres mais altas e fortes.

Em nossas vidas, existem momentos em que somos surpreendidos por grandes abalos. Não de terremotos, mas das circunstancias que permeiam nossas vidas. Quem não se abala com a perda de um ente querido, com a ausência de amor nas famílias, com a falta de emprego e com o medo que nos cerca durante a noite? Somos seres limitados e frágeis, por isso estamos sujeitos a sofrer abalos a qualquer momento. No entanto, existe um Deus que cuida de nós. Um Deus capaz de nos tornar fortes o suficiente para permanecermos de pé, independente da força que os terremotos possam ter.

Se você tem sofrido com os abalos e terremotos da vida, lembre-se: Deus pode renovar seu espírito e torná-lo inabalável. Faça como o salmista. Fale com Deus e esteja pronto para experimentar as maravilhas que Deus tem reservado pra você.

Marcos de Almeida
Leia mais...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Jesus Resgatou o VALOR DA MULHER...


É difícil para nós imaginarmos a situação de inferioridade da mulher na cultura dos hebreus, classificadas dentro da camada social mais baixa, juntamente com os escravos e as crianças. Os compartimentos masculino e feminino eram tão diferentes quanto o dia difere da noite. Uma das seis principais divisões da Mishnáh ocupa-se inteiramente de regras acerca das mulheres. Nenhuma das divisões desses comentários, como é óbvio, trata dos homens com exclusividade. A secção da Mishnáh acerca das impurezas, consiste em setenta e nove parágrafos legais sobre contaminações rituais causadas pela menstruação!

As mulheres eram excluídas da vida pública. Quando alguma mulher tinha que sair de casa, cobria-se com dois véu, a fim de ocultar a sua identidade. Um dos principais sacerdotes de Jerusalém nem ao mesmo reconheceu a própria mãe, ao acusa-la de adultério. Mulheres de costumes estritos cobriam-se até mesmo em casa, a fim de que nem mesmo os esteios da casa vissem um fio de cabelo de sua cabeça. Mulheres que se encontrassem em lugares públicos tinham a obrigação de permanecer o menos visível possível. Os rígidos costumes sociais proibiam os homens de estarem sozinhos com mulheres. Os homens não ousavam olhar para mulheres casadas, e nem mesmo saúda-las na rua. A mulher podia ser divorciada por falar com um homem na rua. As mulheres tinham que permanecer no interior da casa. A vida pública pertencia aos homens.

As donzelas geralmente ficavam noivas aos doze anos e casavam-se um ano mais tarde. Um pai podia vender uma filha sua como escrava, ou força-la a casar-se com qualquer homem que ele escolhesse antes mesmo dela atingir os doze anos de idade. Depois dos doze anos, ela não podia casar-se contra a sua vontade. O pai da noiva recebia um considerável presente em dinheiro da parte de seu genro. Em vista disso, as filhas eram consideradas uma fonte de trabalho barato e de lucro fácil.

Na casa, a mulher era confinada a tarefas domésticas. A mulher era uma virtual escrava do marido e lavava o rosto, as mãos e os pés dele. Tida em pé de igualdade com uma escrava gentia, a esposa estava na obrigação de obedecer ao esposo, como se ele fosse seu senhor absoluto. Se a morte ameaçasse um casal, a vida do marido tinha que ser salva primeiro. De acordo com a legislação judaica, somente o marido tinha o direito de divorciar-se da mulher.

A mais importante função de uma esposa era produzir bebês do sexo masculino. A ausência de filhos era tida como um castigo divino. Havia alegria em um lar quando nascia um menino. Mas a tristeza acolhia a menina recém-nascida. Certa oração diária, feita pelos homens, entoava: “Bendito seja Deus, que não me fez mulher”. A mulher era o alvo da maioria dos tabus existentes na Toráh. As meninas eram proibidas de estudar a Santa Lei a (Tooráh) As mulheres não podiam se aproximar do Santo dos Santos do templo de Jerusalém. Não podiam ir além de um átrio externo especial, chamado átrio das mulheres. E durante sua purificação mensal, devido a menstruação, nem ao menos podiam ficar no átrio exterior.

Mulheres não podiam ensinar. Não podiam proferir a bênção após uma refeição. Não podiam servir de testemunhas em tribunal, pois geralmente eram consideradas mentirosas. Até estrutura do idioma refletia a posição de inferioridade das mulheres. Os adjetivos hebraicos para “piedoso”, “justo” e “santo” não tem a forma feminina no Antigo Testamento.

Foi em tal contexto, pois, que Jesus, tendo pleno conhecimento da situação, revirou os rígidos costumes sociais, ao permitir que mulheres O seguissem em publico. O tratamento que Ele dava às mulheres subentendia que ele as via como iguais aos homens diante de Deus. Em uma reviravolta chocante, ele afirmou que as prostitutas entrariam no reino de Deus antes de certos homens judeus, que eram justos aos próprios olhos (Mt. 21”31). A proeminência dada à mulher, nos Evangelhos, bem como nos contatos sociais de Jesus com elas, confirma a irreverência Dele diante desses compartimentos sexuais. Ele não titubeou em violar as rígidas normas sociais a fim de elevar a mulher a uma nova dignidade e a uma posição social mais elevada.



Alguns exemplos da atitude invertida de Jesus no tocante à mulher.



1) O diálogo com a mulher samaritana. (Jô 4:1-42) Samaria ficava encravada entre duas áreas judaicas; a Galiléia ao norte e a Judéia ao sul. Os judeus que viajavam entre essas duas regiões, geralmente constornavam a Samaria a fim de evitar serem atacados.

No episódio que estamos frisando, Jesus tomou o caminho mais curto e atravessou a Samaria. E ficou esperando sozinho a beira de um poço, enquanto os Seus discípulos tentavam comprar alimentos em uma aldeia próxima. Nisso vai se aproximando uma pessoa com três estigmas pendurados no pescoço: primeiro – mulher; segundo - samaritana; terceiro – namoradeira. Jesus, pois, pediu-lhe um pouco de água. Em um segundo, Ele arruinou todas as normas sociais cujo desígnio era impedir tal comportamento. Jesus não somente estava sendo amistoso com essa mulher. Seu pedido simples de água desmonta cinco regras saciais tradicionais: (1) Em primeiro lugar, Jesus violou certas regras territoriais. De acordo com elas, não lhe competia achar-se ali. A Samaria ficava fora do compartimento judaico. Jesus havia penetrado em um território inimigo e em uma religião rival. (2) Em segundo lugar, ele estava conversando com uma mulher. Aos homens era vedado se quer olhar para mulheres casadas público, quanto menos falar com elas. Diziam os rabinos: “Um homem não deve conversar na rua com mulher, mesmo que seja com a sua própria esposa, quanto menos com uma outra mulher, a fim de que os homens não se mostrem maledicentes”. Ela era uma mulher, mas isso não impedia que Jesus se duirigisse a ela. Isso tornou-O vulnerável. Qualquer um que dobrasse a esquina e O visse a conversar com uma mulher poderia arruinar sua reputação. Ele, entretanto, não se incomodou com isso. Ele cuidava mais daquela pessoa do que de sua própria reputação. (3) Em terceiro lugar, aquela não era apenas uma mulher. Ela já estava vivendo com o seu sexto amante. Era uma namoradeira promíscua. Na cidade, todos sabiam quem ela era. Os rabinos e homens santos fugiam às léguas de mulheres assim. Mas Jesus não correu. Ele se arriscou; Ele pôs a sua carreira em perigo, ao pedir a ajuda dela. (4) Em quanto lugar, ele não era somente um reprovável mulher promíscua, mas também uma samaritana. Os rabinos judeus diziam que as mulheres samaritanas viviam menstruada desde o berço, ou seja, eram perpetuamente imundas. As normas sociais judaicas eram claras: olha em outra direção. Evita tais mulheres. Age como se não estivesse vendo tal mulher. Mas Jesus derrubou corajosamente mais essa barreira social. E dirigiu a palavra à mulher. (5) Em último lugar, o pior de tudo foi que, deliberadamente, Ele se contaminou ritualmente. Como alguém que supostamente vivia menstruada desde o berço, ela era imunda. Qualquer coisa em que ela tocasse ficava imundo. Uma aldeia judaica inteira era declarada imunda se qualquer mulher samaritana entrasse ali. Ao pedir água em que em que ela tivesse tocado, Jesus estava poluindo a si mesmo intencionalmente. A norma religiosa a respeito dizia: “Mantém-te o mais distante possível de coisas imundas”. O breve pedido de Jesus, pois, zombou das normas judaicas de pureza. Jesus estava completamente fora de lugar, fazendo a coisa errada, com a pessoa errada, no lugar errado. Sim, o simples fato de Dele haver pedido: “Dá-me de beber,” obliterou cinco normas sociais que aprisionavam aquela mulher em um apertado compartimento cultural.

Comportamento tão sem precedentes assustou tanto a mulher samaritana quanto os discípulos de Jesus. Suas palavras foram: “Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?” E quando os discípulos voltaram, “se admiraram de que estivesse falando com uma mulher” (Jô. 4:9,27) O diálogo de Jesus com a mulher samaritana obliterou as armadilhas sociais que separavam as pessoas e as trancavam em compartimentos.

Tudo começou com a água – aquele elemento vital do qual os seres humanos necessitam, sem importar o compartimento a que estejam presos. Quando a água está em pauta, então todos os homens são iguais. Na qualidade de água viva.

Fonte: http://www.josuegoncalves.com.br/familiaegraca/
Leia mais...

Quando o homem cai em si

Texto: Lucas 15: 17-19

Muitos fatos observamos no dia a dia, coisas acontecem ao nosso redor, com vizinhos, na escola, no trabalho, etc. Há coisas que são normais mas outras são anormais. Quando vemos algo anormal, nos chama atenção e chegamos a conclusão que a pessoa que praticou tal ato estava fora de si, perdeu o juízo. As notícias do mundo inteiro giram em torno de coisas anormais. Há muitas pessoas perdendo a noção do que é certo… Quando uma pessoa pratica um determinado ato que é anormal, espera-se que logo volte em si, mas se a pessoa insistir com aquelas atitudes a família a encaminhará para um hospício (lugar preparado para pessoas que estão fora de si). Então podemos chegar a conclusão que as atitudes determinam o estado que a pessoa se encontra. É para esse fato que desejo chamar vossa atenção nesta hora. A Bíblia declara que uma pessoa que vive afastada dos caminhos de Deus, praticando o pecado, está fora de si. A pessoa que durante a sua existência não se preocupa com a vida espiritual, com sua alma, está completamente louca. Jesus diz que o filho pródigo, ao desprezar seu lar, sua família, estava louco, e esta é uma ilustração que mostra a situação do mundo em nossos dias. Cada pessoa está vivendo a vida da forma que deseja, vive como quer, longe de Deus, despreocupado com seu estado espiritual e , as vezes zombando de Deus, achando que escapará impune de tudo que pratica neste mundo. Para Jesus, este é um estado de loucura, de alguém que está fora de si. Isso é ilustrado em outra ocasião, quando um homem havia dedicado toda sua vida para armazenar grãos e satisfeito disse: “Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos, come, bebe, folga, regala-te; mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será?” Para o mundo, para a sociedade, o homem era sábio, mas para Deus ele estava louco, fora de si. Preocupou-se com esta vida e esqueceu-se da eternidade. Precisamos deixar a loucura e cair na real, não podemos viver todos os dias de nossa vida na ilusão de que é assim mesmo. Deus nos convida para cair na real…por que?

I- Porque quando o homem cai em si, compreende que o mundo sempre decepciona

Esta é uma grande verdade em nossos dias, é a verdade comprovada pela própria vida. Precisamos analisar os fatos que estão ao nosso redor, e cair da realidade, então algo vai acontecer conosco. Vamos sair da ilusão e compreender alguns aspectos da vida. Exemplo:
1. QUE AS RIQUEZAS DO MUNDO SÃO PASSAGEIRAS – Há milhões de pessoas que colocam sua confiança em seus bens materiais, vivem em função das riquezas, toda sua vida gira em torno do adquirir do possuir; as vezes chega a prejudicar os outros para conseguir o que deseja. Mas esquece que suas riquezas são passageiras, um dia terá que deixar o mundo e tudo que possui. Levará apenas a roupa do corpo, que não lhe aquece mais e um caixão. Disse Jesus: “O que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma? Ou o que daria em resgate de sua alma?”. Quando a pessoa cai em si, compreende que as riquezas deste mundo são passageiras.
2. COMPREENDE QUE SUAS AMIZADES SÃO FALSAS – Quantas pessoas já puderam perceber isso? Pessoas em quem confiaram, em favor de quem dariam a vida, mas depois ficaram decepcionadas porque suas amizades eram falsas, foram traidores da amizade. Quem não teve experiência nesta área? Precisamos ter muito cuidado! Precisamos entender que o mundo sem Deus é capaz de qualquer coisa para nos enganar. Pessoas que prometeram amor (marido e mulher) são capazes de se assassinar, como tem acontecido em nossos dias. Há rapazes prometendo o mundo para namorada, depois que consegue o que quer, dá-lhe um chute e deixa-a na desilusão da vida, abandonada, perdida. Estas são as amizades do mundo. Precisamos ter cuidado, pois as amizades são falsas, são egoístas, só em Jesus podemos encontrar um verdadeiro amigo, amigo mais chegado que um irmão. Que nunca decepciona.
3. COMPREENDE QUE SEUS PRAZERES SÃO MOMENTÂNEOS – Há pessoas que vivem para os prazeres, bebida, sexo, drogas, clubes, etc., e acham que a vida é esta. Se não conseguir estas coisas não está vivendo. E cada dia busca mais, porque precisa de satisfação. E sempre está no fundo do poço. O dia seguinte dos prazeres é doloroso, é angustiante. A bênção do evangelho está em viver consciente de que o mundo não tem nada para dar, só tira tudo de nós; perdemos aquilo que temos de melhor. Quando uma pessoa cai em si, compreende que os prazeres que o mundo oferece são momentâneos e que além disso deixam grandes prejuízos em nossa vida. Quantos acidentes por causa da bebida? Quantos lares destruídos? Quantas crianças abandonadas por causa do sexo livre, e que não conhecem o pai?
4. COMPREENDE QUE A LIBERDADE DO MUNDO É ENGANOSA – Depois de um dia vem outro dia; e nada melhor que o tempo para mostrar como é enganosa a liberdade que o mundo conhece. Aquilo que hoje chamam de liberdade, amanhã terão que chamar de escravidão. Quantas pessoas começaram a beber porque eram livres, donos de suas próprias vidas, hoje não conseguem parar de beber porque são escravos. Onde está a liberdade, porque não deixam o vício? Porque a liberdade foi enganosa e hoje perderam o controle de suas próprias vidas. Assim acontece com o fumo e também com as drogas. Começam porque são livres, mas morrem porque são escravos da falsa liberdade. Muitos começaram na vida sexual porque eram livres, hoje são prostitutas, são adúlteros, separados, homossexuais, mães solteiras, Aidéticos, porque foram escravos de uma falsa liberdade.

II- Quando o homem cai em si compreende que só Deus satisfaz
O mundo, o povo em geral olha para Deus, para o evangelho, e acha isso ridículo, acha que ser crente não vale a pena, que o crente é muito preso, não pode isso, não pode aquilo. Realmente não pode fazer o que lhe prejudica. Deus proíbe aquilo que é prejudicial à nossa vida, ao nosso bem estar. A visão do mundo é diferente da visão de Deus, é por isso que há um contraste entre o que Deus acha e o que o mundo acha. O crente é satisfeito porque vê do ponto de vista divino. Então ele compreende que:
1. NA DISCIPLINA DE DEUS HÁ SABEDORIA – Deus sabe o que faz, Ele conhece o futuro, sabe o que vai acontecer a frente, ele vê as conseqüências de nossos atos do presente. Por isso há coisas que não devemos fazer para o nosso próprio bem estar. O que praticamos não prejudica a Deus, mas a nós mesmos. Deus quer o nosso bem! E isso nós entendemos quando lemos as sagradas escrituras, quando cremos em sua palavra. O mundo sem Deus não vê um palmo a frente do nariz, vive para o presente, não sabendo o que pode acontecer no futuro. É muito claro hoje que a bebida alcoólica, as drogas, o sexo livre, tem trazido drásticas conseqüências. A lei da semeadura ainda está em vigor; ela não falha, nunca, ninguém deixará de colher o que semeia.
2. NO CUIDADO DE DEUS HÁ SUFICIÊNCIA – Ele é o Deus Todo-Poderoso, e deseja o melhor para todos nós seres humanos. Ele cuida de nós, sua palavra é a orientação para vivermos bem conosco e com nosso semelhante.
3. EM SEU AMOR HÁ PERDÃO – Se Deus não estivesse interessado, não teria planejado e executado nossa salvação. Ele sempre esteve e está preocupado com a raça humana. De todas as formas abre caminho para retorno. Ele deseja perdoar nossos pecados, deseja nos dar uma nova vida. Ele ama cada pessoa. Quando o filho pródigo caiu em si, voltou a casa paterna e pediu perdão, e foi perdoado. Essa deve ser sua atitude também, não sei até que ponto você chegou em sua vida, mas você pode voltar agora, caia na realidade e volte para Deus, reconheça seus pecados e peça-lhe perdão. “Se confessarmos nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.

III- Quando o homem cai em si, compreende que seu destino está em suas mãos
Quem está no céu, soube fazer a melhor escolha de sua vida; quem está no inferno, escolheu para si aquele lugar. Pois Deus não quer a perdição de nenhuma criatura humana, foi por isso que enviou seu filho para morrer em nosso lugar. Quando o homem cai em si compreende que o seu destino está em suas próprias mãos.
1. QUE SÓ ELE É CULPADO DE SUA RUINA – Vemos esta verdade na parábola do filho pródigo. O pai não o expulsou de casa, ele saiu voluntariamente, ele quis sair. Assim tem acontecido em nossos dias, sai da presença de Deus quem quer, quem vive em pecado. O homem está perdido ainda hoje porque quer, e permanecerá perdido enquanto quiser. Cada um é responsável pelo seu estado que se encontra. Se você é um alcoólatra a culpa é sua, Deus não mandou você começar a beber; se você é viciado em drogas ou fumo, a culpa é sua; se você vive uma vida livre na prostituição, a culpa é sua, Deus não mandou começar nesta vida. Você pode ter sido enganado pelo mundo, pelos falsos amigos, pela falsa liberdade, nunca por Deus. Agora você precisa cair na realidade e reconhecer que você é culpado pela sua ruína.
2. VOCÊ PRECISA COMPREENDER QUE DEVE ARREPENDER-SE E VOLTAR PARA DEUS – “E quando caiu em si disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância e eu estou morrendo de fome. Levantar-me-ei e irei ter com meu pai e dir-lhe-ei, pai pequei contra o céu e perante ti…” A saída para você é arrepender-se de seus pecados e voltar para Deus agora. Você pode mudar o rumo de sua vida, seu destino está em suas mãos; Deus deseja lhe perdoar os pecados e lhe dar uma nova vida. Venha para Jesus agora, isso depende de você. Faça como fez o filho pródigo: “Pai, pequei contra o céu e perante Ti., já não sou digno de ser chamado teu filho…”.

Conclusão
Você precisa cair na realidade, e entender que tudo neste mundo é passageiro e que só as coisas de Deus são eternas. Aceite a Jesus e mude agora mesmo o rumo de sua vida.


Pr.Cirino Refosco
cirinorefosco@pibja.org
Leia mais...

Os falsos atributos de Maria



O modo como a Igreja Católica trata Maria aponta o quão heréticos são os ensinamentos romanos. O que nitidamente se percebe é que o Papa e sua igreja há muito fizeram da mãe de Cristo um ser divino. Isto se claramente se vê nos atributos a ela destinados: “mãe de Deus”, “mãe do meu Senhor”, “mãe de nosso Deus”; “virgem prudente”, “Virgem santíssima”, “nobre senhora”, “mãe de misericórdia”; “nossa senhora das dores”, “nossa senhora das mercês”; “mãe amável”, “mãe bela”, “mãe querida”, “virgem do risco do Amor”, “virgem de toda alegria”,”virgem das altas montanhas” ,“virgem do entusiasmo”, “virgem dos desamparados”, “virgem de todos os lares”, virgem da paz para o mundo, rainha dos céus, "rainha imaculada" , "estrela da manhã" e centenas de atributos mais.
Para piorar a situação, no Compêndio Vaticano II – pág 109 existe a afirmaçao: "... A bem aventurada virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de advogada, auxiliadora, adjutriz, medianeira, intercessora”
Caro leitor, Maria nasceu em pecado, viveu em pecado e só pôde ser salva mediante sua fé em Cristo Jesus. Os que rezam para Maria, blasfemam contra Deus, fazendo desta serva do Senhor um ser divino. Ao afirmar que ela ouve orações, os católicos romanos concedem-lhe atributos que pertencem exclusivamente a Deus. Ora, Maria não é onipresente, onisciente e onipresente, e, portanto não pode ouvir orações.
Isto posto, afirmo sem titubeios que ainda que tenha possuído virtudes incontáveis, Maria não foi imaculada, nem tampouco perfeita em seus caminhos. Afirmo também que a tradição católica de que ela foi assunta aos céus é herética, e anti-bíblica e que como qualquer pessoa que morre em Cristo não pode interceder pelos vivos, e que esta função de interceder junto ao Pai pelos santos de Deus, cabe exclusivamente ao Senhor Jesus.
Isto posto, concluo que em Cristo, por Cristo e por intermédio de Cristo é que somos SALVOS e que Maria não pode fazer absolutamente nada pela humanidade.
Solus Christus.

Por Renato Vargens
Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Leia mais...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Feitos para uma Missão


Deus está atuando no mundo e quer que você se junte a ele. Essa atribuição é conhecida como sua missão. Deus quer que você tenha tanto um ministério no corpo de Cristo quanto uma missão no mundo. Seu ministério é o seu serviço junto aos que crêem, “Da qual eu estou feito ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, para cumprir a palavra de Deus;” (Cl 1:25) “E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo”. (1 Co 12:5) e sua missão é o seu serviço junto aos que não crêem. Cumprir sua missão no mundo é o quinto propósito de Deus para sua vida.

A missão de sua vida é tanto comum quanto específica. Parte dela é uma responsabilidade compartilhada com todos os outros cristãos, e a outra parte é a uma tarefa separada exclusivamente para você.

A palavra “missão” tem sua raiz na palavra latina para “remeter” ou “enviar”. Ser cristão inclui ser enviado ao mundo como representante de Jesus Cristo. Jesus disse: “Assim como o Pai me enviou, eu os envio”. (Jo 19:30)

Jesus entendeu nitidamente a missão de sua vida sobre a terra. Quando estava com doze anos de idade, ele disse: Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu pai, (Lc 2:49) e 21 anos mais tarde, morrendo na cruz, ele disse: “Está consumado”. (Jo 19:30) Como capa e contra capa de um livro, essas duas declarações emolduram uma vida plena, que foi dirigida por um propósito. Jesus completou a sua missão que lhe foi confiada pelo Pai.

A missão de Jesus na terra agora é a nossa missão, pois somos o corpo de Cristo. Por que devemos continuar na igreja, que é seu corpo espiritual, o que ele fez em seu corpo físico? Que missão é essa? Apresentar Deus às pessoas! A Bíblia diz: Deus[...] por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele. E Deus nos deu a tarefa de fazer com que os outros também sejam amigos dele. (2 Co 5:18)

Deus quer resgatar os seres humanos de Satanás e reconciá-los consigo, para que possamos cumprir os cinco propósitos para os quais ele criou: amá-lo, ser parte de sua família, tornar-nos semelhantes a ele, servi-lo e contar aos outros a respeito dele. Uma vez que pertencemos a ele, Deus nos usará para alcançarmos outras pessoas. Ele nos salva e então nos envia. A Bíblia diz: Estamos aqui falando em nome de Cristo. (2 Co 5:20). Somos os mensageiros de Deus e espalhamos as boas-novas de seu amor e de seus propósitos para o mundo.

A IMPORTÂNCIA DA SUA MISSÃO

Cumprir sua missão na terra é parte essencial de viver para a glória de Deus. A Bíblia apresenta várias razões pelas quais sua missão é tão importante.

1. Sua missão é uma continuação da missão de Jesus sobre a terra.

Como seus seguidores, devemos continuar o que Jesus começou. Jesus não nos chama apenas para vir a ele, mas também para ir por ele. Sua missão é tão um importante que Jesus a repetiu cinco vezes, de cinco formas diferentes, em cinco livros diferentes da Bíblia. (Mt 28:19,20; Mc 16:15; Lc 24:47; Jo20:21; Atos 1.8). É como ele estivesse dizendo: “Eu realmente quero que você leve isso a sério”! Estude essas cinco incumbências dadas por Jesus, e você aprenderá os detalhes de sua missão na terra – quando, onde, por que e como. Na Grande Comissão, Jesus disse: “Vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei”. (Mt 28:19,20). Essa incumbência foi dada a todos os seguidores de Jesus, não somente a pastores e missionários. Esse é o seu compromisso com Jesus, e não se trata de algo opcional. As palavras de Jesus não são a “Grande Sugestão”. Se você faz parte da família de Deus, sua missão é compulsória. Desprezá-la seria um ato de desobediência.

Você talvez não esteja ciente de que Deus o pôs como responsável pelos incrédulos que vivem a sua volta. A Bíblia diz: Você deve adverti-los para que eles possam viver. Se você não falar, não advertir os ímpios a parar de praticar o mal, eles morrerão em seus pecados, mas eu colocarei sobre você a responsabilidade pela morte deles. (Ez 3:18) Você pode ser o único cristão que algumas pessoas jamais irão conhecer, e sua missão é contar a eles sobre Jesus.

2. Sua missão é um privilégio formidável.

Embora seja uma grande responsabilidade, é também uma incrível honra ser usado por Deus. Paulo disse: “Todas essas novas vêm de Deus, que nos trouxe de volta a si mesmo por meio daquilo que Cristo Jesus fez. E Deus nos deu o privilégio de insistir com todos para que se tornem aceitáveis diante dele e se reconciliem com ele”. (10) Sua missão envolvem dois grandes privilégios: trabalhar com Deus e representá-lo. Somos parceiros de Deus na construção do seu Reino. Paulo nos chama de colaboradores e diz que somos companheiros de trabalho no serviço de Deus. (11)

Jesus assegurou a nossa salvação, aceitou-nos em sua família, deu-nos o seu Espírito Santo e então nos tornou seus representantes no mundo. Que privilégio.! A Bíblia diz: “Somos representantes de Cristo. Deus nos usa para persuadir homens e mulheres a deixar de lado suas diferenças, a entrar no trabalho de Deus e a fazer coisas corretas entre eles. Estamos falando por Cristo agora: Tornem-se amigos de Deus. (12)

3. Contar aos outros como obter a vida eterna é a melhor coisa que você pode fazer por eles.

Se o seu vizinho tivesse com câncer ou AIDS e você soubesse a cura, seria criminoso reter tal informação. Ainda pior seria guardar segredo sobre o caminho para o perdão, o propósito, a paz e a vida eterna. Temos a melhor de todas as novidades do mundo, e partilhá-la é o maior carinho que podemos mostrar a qualquer um.

Um problema dos cristãos que se converteram a muito tempo é terem esquecido de como é viver sem Cristo. Devemos nos lembrar de que, não importa quanto as pessoas pareçam estar felizes e bem sucedidas, sem Cristo, elas estão irremediavelmente destinadas à separação eterna de Deus. A Bíblia diz que Jesus é o único que pode salvar o ser humano. (Jo 3:16) Todos precisam de Jesus.

4. O valor de sua missão é eterno.

Ela fará diferença no destino eterno das pessoas; logo, é mais importante que qualquer emprego, realização ou objetivo que você possa alcançar durante a sua vida. As conseqüências de sua missão irão durar para sempre, mas as conseqüências de se emprego não. Nada que você faça pode ser mais importante que ajudar as pessoas a estabelecer um relacionamento com Deus.

Por isso precisamos ser diligentes com a nossa missão. Jesus disse: “Todos nós devemos rapidamente cumprir as tarefas que nos foram entregues por aquele que me enviou, pois resta pouco tempo antes que caia a noite e todo trabalho chegue ao fim. (14) O relógio que controla a missão de sua vida está correndo, então não perca mais um dia. Inicie agora a sua missão de trazer outras pessoas a Cristo! Teremos toda a eternidade para celebrar com aqueles que trouxemos a Jesus, mas só temos o período de nossa vida para alcançá-los.

Isso não significa que você tenha de desistir do seu trabalho para se tornar evangelista em tempo integral. Deus deseja que você partilhe as boas-novas no lugar onde estiver. Estudante, mãe, dona de casa, professor, vendedor, gerente: qualquer que seja a sua atividade, você deve sempre buscar as pessoas que Deus coloca em seu caminho, e com elas partilhar o Evangelho.

5. Sua missão traz significado à sua vida.

William James disse: “O melhor uso que se pode dar à vida é emprega-la em algo que sobreviva à ela”. A verdade é que somente o reino de Deus irá permanecer. Todo o resto acabará desaparecendo. É por isso que devemos ter uma vida dirigida por propósitos – vidas empenhadas na adoração, no crescimento espiritual, no ministério e no cumprimento de sua missão na terra. Os resultados dessas atividades irão durar – e para sempre!

Se falhar em cumprir a missão que Deus lhe deu na terra, você terá desperdiçado a vida que Deus lhe concedeu. Paulo disse: “Minha vida não tem nenhum valor, a menos que eu a use para realizar a obra que me foi confiada pelo Senhor Jesus – a obra de contar aos outros as boas novas sobre a maravilhosa bondade e sobre o amor de Deus (15). Existem pessoas neste planeta que somente você poderá alcançar, em virtude de onde você vive e do que Deus o fez ser. Se ao menos uma pessoa for para o céu por causa de você, sua vida terá sido realmente para a eternidade. Comece a olhar em torno, em seu campo missionário pessoal, e ore: “Deus, quem você o Senhor pos na minha vida para que eu contasse a respeito de Jesus?’

6. O cronograma de Deus para a finalização da história está relacionado à conclusão da nossa incumbência.

Hoje em dia há um interesse crescente na segunda vinda de Jesus e no fim do mundo. Quando isso ocorrerá? Logo antes de Jesus ter subido aos céus, os discípulos lhe fizeram a mesma pergunta, e a resposta foi bastante reveladora. Ele disse: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade. Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”. (16)

Quando os discípulos quiseram conversar sobre as profecias, Jesus rapidamente mudou a conversa para o evangelismo . Ele queria que eles se concentrassem em sua missão no mundo. Em essência, ele disse: “Os detalhes da minha volta não são da sua conta. O que é da conta de vocês é a missão que lhe foi dada. Concentrem-se nisso”.

Especular sobre o momento exato do retorno de Cristo é inútil, pois Jesus disse: “Quanto ao dia e a hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o filho, senão somente o pai. (17) Como Jesus afirmou não saber o dia nem a hora, por que você deveria tentar calculá-lo? O que sabemos com certeza é isso: Jesus não irá voltar até que todas as pessoas que Deus separou para ouvir sua Palavra a tenham ouvido. Jesus disse: “As boas novas sobre o Reino de Deus serão pregadas em todo o mundo e a todas as nações. Depois virá o fim”. (18) Se você quer que Jesus volte o mais rápido possível, concentre-se em cumprir sua missão, e não em desvendar a profecia.

É fácil nos distrairmos e desviarmos de nossa missão, porque Satanás nos prefere fazendo qualquer coisa, exceto compartilhando a fé. Ele o deixará fazer todo tipo de boa ação, contanto que não leve ninguém para o céu consigo. Mas, no instante que você começar a levar sua missão a sério, fique certo de que o diabo irá lançar todo tipo de distração contra você. Quando isso acontecer, lembre-se das palavras de Jesus: “Todo aquele que se deixa desviar do trabalho que eu planejo para ele, não está apto para o Reino de Deus. (19)

7. Quanto lhe custará cumprir a sua missão.

Cumprir sua missão exigira que você abandone seus planos pessoais e assuma os planos de Deus para sua vida. Você não pode apenas acumulá-la com todas as outras coisas que gostaria de fazer. Você deve dizer, tal qual disse Jesus: “Pai [...] não seja feita a minha vontade, mas a tua. Submeta seus privilégios, expectativas,sonhos, planos e ambições a Deus. Para de fazer orações egoístas como: “Deus, abençoe o que eu quero fazer”. Em vez disso, ore: “Deus, ajude-me a fazer o que estás abençoando!” Entregue a Deus uma folha em branco, com o seu nome assinado embaixo e peça para ele preencher. A Bíblia diz: “Antes entreguem-se inteiramente a Deus – o corpo todo – pois que vocês voltaram a morte e desejam ser instrumentos nas mãos de Deus, usados para seus propósitos”. (21)

Comprometendo-se com a realização de sua missão, aconteça o que acontecer, você irá experimentar a bênção de Deus de uma forma que poucas pessoas já experimentaram. Não há quase nada que Deus não faça pelo homem ou mulher que se comprometer em servir o Reino de Deus. Jesus prometeu: “[Deus] lhes dará tudo de que precisam no dia-a-dia se vocês viverem para ele e fizerem do Reino de Deus a sua preocupação”. (22)

MAIS PARA JESUS.

O pai do pastor Rick Warren foi pastor por mais de 50 anos, servindo principalmente em igrejas pequenas da zona rural dos EUA. Ele era um simples pregador, mas era um homem com uma missão. Sua atividade favorita era levar equipes de voluntários ao exterior, a fim de erguer igrejas para pequenas congregações. Durante sua vida, este pastor ergueu mais de 150 igrejas por todo o mundo.

Em 1999, o pai de RIck Warren morreu de câncer. Na ultima semanda de vida, a doença o mantinha acordado em estado de semiconsciência, quase 24 horas por dia. Quando sonhava, falava alto sobre o que estava sonhando. O pastor Rick, sentado ao lado da sua cama, aprendeu muito sobre o seu pai, apenas escutando seus sonhos. Ele revivia seus projetos de construção, um após o outro.

Certo dia, já próximo do fim, enquanto o pastor Rick, sua esposa e a sobrinha estavam ao seu lado, o velho pastor ficou subitamente agitado e tentou se levantar da cama. Logicamente, ele estava muito fraco, e a sua nora insistiu que ele voltasse a se deitar. Mas ele insistia em tentar sair da cama, então a nora acabou perguntando: “Jimmy, o que você está querendo fazer”. Ele respondeu: “Tenho que salvar mais um para Jesus! Tenho que salvar mais um para Jesus! Tenho que salvar mais um para Jesus!” Ele começou a repetir essa frase sem parar.

Na hora que se seguiu, ele provavelmente repetiu a mesma frase mais de cem vezes. “Tenho que salvar mais um para Jesus!” Quando o pastor Rick sentou próximo da cama, com lágrimas escorrendo, inclinou a cabeça para agradecer a Deus pela fé de seu pai, foi naquele momento, que o seu pai estendeu o braço, pôs sua frágil mão sobre a sua cabeça e disse, como se estivesse comissionando o filho: “Salve mais um para Jesus! Salve mais um para Jesus!”.

Depois da morte do pai, este tem sido o lema na vida do pastor Rick: “Salvar mais um para Jesus”.

Hoje eu te convido a considerar esse objetivo e o foco da sua vida, porque nada fará maior diferença na eternidade. Se você quer ser usado por Deus, deve se importar com o que mais importa para Deus; e o que mais importa para ele é a redenção das pessoas que ele fez. Nada interessa mais a Deus; a cruz prova isso. Minha oração é para que você esteja mais atento, a fim de “ganhar mais um para Jesus”, de maneira que, no dia em que você estiver diante de Deus, você possa dizer: “Missão cumprida”.

______________

Extraído do livro: “Uma Vida com Propósito”

Autor: Rick Warren - Editora Vida

www.familiaegraca.com.br
Leia mais...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

UMA IMAGEM DE IGREJA A PARTIR DOS 400 ANOS d.C


Dando conectividade aos reflexos históricos acerca da igreja, pretende-se aqui, abordar sobre os quatro primeiros séculos da chamada era cristã. Nesse contexto, percebe-se uma época considerada rica no estudo da igreja, cheia de espiritualidade e ligada às origens bíblicas, procurando de maneira especial resgatar a memória dos apóstolos.

É neste ambiente que a imagem de igreja presente na Bíblia torna-se oficializada, institucionalizada, com todo o seu aparato episcopal, concílial, papal, dogmático e tanto outros legalismos, seguidos de extremas formalidades. Nesse período, a igreja começa a assumir as seguintes características: 1 - Igreja Minoritária - só judeus e gentios; 2 - Igreja Urbana - mais visível e temível; 3 - Igreja Separada - presente só nas margens do império; 4 - Igreja Perseguida – exclusão das autoridades políticas e religiosas; 5 - Igreja de Controvérsias - Contra as heresias da época; 6 - Igreja Oficial - tornando-se católica (Universal).

Compreende-se que houve profundas mudanças no seio da igreja, foi um momento da história muito conturbado, cheio de derramamento de sangue e reformas nas práticas das primeiras comunidades de fé.

Entende-se que nesses 400 anos, a imagem que melhor caracteriza é de uma igreja constituída de pessoas instáveis, com medo de errar e se tornar alvo das ameaças e perseguições dirigidas aos considerados hereges daquela época. Quem pensava diferente, logo era perseguido e morto. A pessoa tinha que se enquadrar num sistema único, eclesiástico e dogmático.

Seguindo o limiar templário do Judaísmo, a igreja segue nas construções das grandes catedrais e numerosos templos espalhados mundo afora pertencentes ao seu patrimônio. Crer-se que a igreja passou a ser o singular lugar para contemplar a glória de Deus, enfrentando as perseguições do “inimigo” em todos os seus aspectos.

Desse modo, é a igreja que foge do mundo, igreja monástica, igreja das montanhas, fugindo de si mesma e da própria história. A espiritualidade no sentindo de afastamento e repulsa ao “inimigo” predomina nas estruturas eclesiais.
Tem-se uma igreja das leis, das discussões teológicas e filosóficas, uma igreja das letras e conveniências patrimoniais e doutrinais, isto ficará explicito no período que se segue.

Adriano Trajano
Pastor da Igreja Batista em Chã Preta/AL

Fonte: http://pastoradrianotrajano.blogspot.com/
Leia mais...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Paradoxo do Nosso Tempo


Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.

George Carlin
Leia mais...

MISSÕES NACIONAIS 2009

MISSÕES NACIONAIS 2009
Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. (Filipenses 1:20)

CONTRIBUA COM MISSÕES NACIONAIS

AJUDE-NOS DOAR BÍBLIAS CLICANDO AQUI

Evento do dia das Crianças

Evento do dia das Crianças

GRUPO NOVA GERAÇÃO

GRUPO NOVA GERAÇÃO
TAMBÉM DECLARA QUE O BRASIL É DO SENHOR JESUS

A FAMÍLIA BATISTA VAI AONDE TEM GENTE

A FAMÍLIA BATISTA  VAI  AONDE TEM GENTE
"IDE E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA". ESSA É A NOSSA MISSÃO

ESSE É MEU PASTOR

ESSE É MEU PASTOR
Pr. Gilberto e José Luiz

MEUS SELOS

By Scraps Gospel ®
União de Blogueiros Evangélicos
Bloguiros Amigos